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15
Set 09
Almoço com empresários
Sócrates invoca Obama, Zapatero e Sarkozy para defender TGV 
15.09.2009 - 15h31 Margarida Gomes, Leonete Botelho
Se os argumentos não bastam, venham os exemplos. José Sócrates invocou hoje, num almoço com empresários de Santarém, os presidentes dos EUA, Espanha e França para justificar a sua forte aposta nos investimentos públicos, em particular o TGV.

“É preciso fazer investimento e nenhum país desiste disso. Vejam Barack Obama nos EUA, com um programa de modernização das infraestruturas. Zapatero encontra-se com Sarkozy e decidem um programa conjunto para acelerar a ligação de alta velocidade entre os dois países”, exemplificou.

E se alguém tinha dúvidas de que Sócrates falava do TGV, já que nunca o referiu, a prova foi dada: “Todos os empresários que aqui estão sabem que hoje é decisivo uma empresa estar ligada aos mercados do centro da Europa e isso, num país periférico como Portugal, exige uma boa rede de transportes”.

Nessa altura, Sócrates recuperou, do comício de ontem à noite em Faro, uma frase de sucesso garantido: “Eu sou do tempo do orgulhosamente sós e não quero que isso regresse”. Os empresários aplaudiram pela primeira vez, apesar do longo discurso já estar no fim.

O ainda primeiro-ministro demorara-se sobretudo a falar sobre educação, naquilo que considerou ser o primeiro ponto da sua agenda económica. A modernização das infraestruturas apareceu em quarto lugar, atrás ainda da internacionalização das empresas e da aposta nas energias renováveis.
 

 

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1400756&idCanal=12

 

publicado por socialistas2009 às 17:41

02
Jul 09

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30
Jun 09
PS quer que 90 por cento das acções de campanha venham de movimentos voluntários 
 
O dirigente socialista Carlos Zorrinho afirmou hoje que o PS tem como objectivo que 90 por cento das suas acções de campanha nas eleições legislativas partam de movimentos de voluntários e não do tradicional aparelho partidário.

Carlos Zorrinho, coordenador do site www.socrates2009.pt , falava aos jornalistas após uma conferência do PS denominada "Democracia Interactiva", que contou com a participação de representantes da empresa norte-americana "Blue State Digital", que desenvolveu a componente da Internet da última campanha presidencial de Barack Obama.

Segundo o coordenador do Plano Tecnológico português, nas próximas eleições legislativas, "o objectivo é que 90 por cento da campanha do PS seja feita de forma voluntária, através da mobilização das pessoas, das estruturas e da interacção entre grupos, dando resposta às preocupações das comunidades".

"Na nossa campanha, dez por cento terá a marca da máquina [partidária], que será o suporte, mas queremos que 90 por cento seja sobretudo acção das pessoas, induzidas por um projecto e por uma ideia de paixão em relação à mudança em Portugal. Se nós não tivermos paixão na campanha, depois não teremos a paixão para a mudança após ganharmos as eleições", justificou o ex-líder do PS de Évora.

Centros "Sócrates 2009"

De acordo com fonte do PS, neste momento, já existem em Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Viseu, Guarda e Aveiro centros "Sócrates 2009", onde se juntarão as estruturas de voluntários. Interrogado sobre o peso que o aparelho do PS possui sempre nas campanhas, Carlos Zorrinho usou uma linguagem de prudência para não desvalorizar estes militantes com cargos de chefia a nível distrital e local. "O chamado aparelho também será importante. O tipo de campanha dos voluntários não alterará o tradicional. O papel dos aparelhos continuará a ser importante, mas precisamos de outros aparelhos, funcionando em complementaridade", respondeu.

Já sobre as dúvidas de aplicabilidade política da ideia de mudança expressa por Barack Obama na campanha presidencial dos Estados Unidos, num momento em que o PS acusa o desgaste da sua acção governativa, Carlos Zorrinho defendeu a tese de que o PS foi nesta legislatura "o símbolo da mudança". "É isso que os nossos voluntários vão mostrar. Vamos fazer passar a ideia que mudança em Portugal é o PS e José Sócrates. A imagem de José Sócrates tem as feridas de quem reformou a sério áreas essenciais do país", advogou.

Em relação às futuras relações entre a "Blue State" e o PS, Carlos Zorrinho disse que esta empresa norte-americana seguirá a campanha dos socialistas portugueses nas legislativas. "Pelo nossa parte, queremos que mais gente vote e mais gente participe. Vamos inspirar-nos naquilo que Obama fez, mas a Blue State também vai seguir a nossa campanha e vai inspirar-se naquilo que fizermos", disse.

Neste contexto, Zorrinho fez questão de salientar que o PS não tem contrato de prestação de serviços com a Blue State. "O PS aprenderá com a Blue State, assim como a Blue State aprenderá connosco", declarou, antes de advertir que não poderá haver em Portugal uma aplicação directa da experiência de campanha dos democratas nos Estados Unidos. "Por exemplo, o PS não poderá, nem a lei o permite, que as pessoas sejam fidelizadas através de donativos. O essencial é que as pessoas se sintam parte do projecto político, combatendo-se assim a ideia de que as pessoas votam e se limitam a avaliar o mandato quatro anos depois", observou Carlos Zorrinho.

in publico


01
Mar 09


Encerramento Congresso PS por Parlamento Global.«O tempo não está para aventura» , José Sócrates

 

 

 

 

 

«Não nos deixamos escovar da esquerda que é nossa» , António Vitorino

 

 

 

«Não tenhamos quaisquer dúvidas sobre aquilo que os outros querem. Quando falam da convergência da esquerda não é a convergência do conjunto das forças da esquerda, mas uma convergência que visa única e exclusivamente a divisão do PS, para enfraquecer o PS» , António Costa

 

 

«Nós somos a esperança de Portugal» , Alberto Martins

 

 

 

 

«Sou um socialista ‘freelancer’» , Vital Moreira

 

 

 

 

 

 

 

«Temos de combater e vencer democraticamente todos aqueles que querem substituir o debate das ideias e o confronto entre propostas por operações de perseguição política pessoal, de calúnia e difamação» , Augusto Santos Silva

 

 

 

«É uma liderança de quem não verga perante as dificuldades, de quem não verga nem vai vergar perante qualquer dificuldade» , Jaime Gama, sobre José Sócrates

 

 

«Avance depressa à velocidade com que José Sócrates visita Moscovo» , Almeida Santos, pedindo a um delegado que se aproxime do palco

«Eu ainda sou do tempo em que havia o culto da caligrafia. Hoje já não há»

 

«Nunca nenhum de nós viveu uma crise como esta» , Vieira da Silva

 

publicado por socialistas2009 às 16:55

28
Fev 09
Abertura do XVI Congresso do PS
Sócrates pede nova maioria absoluta e estabelece desemprego como primeira prioridade 
Uma palavra de agradecimento ao partido e 52 minutos de discurso para o país. Na abertura do XVI Congresso do PS, a decorrer em Espinho, José Sócrates pediu uma nova maioria absoluta e definiu o combate ao desemprego como a primeira prioridade da sua governação, logo seguido do apoio às empresas e do reforço do investimento público, de que diz dependerem estas e os trabalhadores. Lançou ataques à oposição e à comunicação social e defendeu uma democracia “livre de insultos e ataques pessoais”. Só no fim ouviu uma forte salva de palmas de uma sala ainda semi-vazia.

O recém-reeleito secretário-geral do PS abriu a sua intervenção às 20 horas em ponto e, aproveitando a abertura dos telejornais, avançou de imediato para a sua recandidatura a primeiro-ministro, o que justificou com a ideia de responsabilidade. “Responsabilidade política, porque quero submeter ao julgamento dos portugueses o trabalho do Governo”, afirmou: “Não temo o julgamento democrático”.

“Responsabilidade nacional”, porque “nunca foi tão evidente a diferença entre o PS e os outros partidos”, os quais “exibem as mesmas caras do passado”, a somar a “uns quantos discursos inflamados” ou “soluções extremistas ou radicais”. Do outro lado, Sócrates aponta-se a si próprio como “a liderança capaz de enfrentar os problemas do país”.

A recandidatura anunciada foi também “em nome da ética democrática”. Porque, considera, “há um combate decisivo a travar pela decência na vida democrática”. Sem nunca referir o caso Freeport, voltou ao tema da “campanha negra” de que lembrou já ter sido vítima em 2005 e voltou a ser agora, apontando responsabilidades “a quem faz política com as armas da calúnia e dos ataques pessoais”.

“Não podemos consentir sem um sobressalto cívico que a democracia se transforme num terreno propício para as campanhas negras”, apelou. “Queremos uma liberdade livre da infâmia e do insulto”, bradou, afirmando estar a defender a própria liberdade e a qualidade da democracia. Para que não restassem dúvidas, apontou os destinatários da mensagem: “Em democracia quem governa é quem o povo escolhe, e não um qualquer director de jornal ou uma qualquer estação de televisão”.

Investimento público

Feita a justificação política, José Sócrates definiu prioridades. O combate ao desemprego primeiro: “Farei tudo o que estiver ao meu alcance para defender o emprego”, repetiu. Depois as empresas e o investimento público – nova oportunidade para “malhar” na oposição. “Escolas, estradas, barragens, energias alternativas... do investimento público depende a sobrevivência de muitas empresas e o emprego de muitos portugueses”.

Na lista de prioridades seguem-se o apoio às famílias e o reforço da protecção social, assim como “um sistema fiscal mais justo”, uma das ideias da moção escrita por um grupo liderado por António Costa. Só depois vieram os casamentos homossexuais, e mesmo assim de passagem.

O secretário-geral reservou ainda uma palavra para a oposição interna: “No PS não há perseguidos, excluídos ou silenciados”, garantiu. “Somos um partido forte, unido, aberto, com ideias, mas também com princípios e valores”, disse elevando a voz enquanto exultava todos os antigos líderes socialistas como “referências da democracia”. Depois de homenagear o presidente do PS, António de Almeida Santos, Sócrates regressou à ideia inicial para terminar o discurso: “Neste momento de exigência, está aqui um partido bem consciente das suas responsabilidades”. Só então foi aplaudido de pé, ao som de Vangelis e sem bandeiras nem hinos.

Na nave polidesportiva de Espinho, tinham sido eleitos antes os novos órgãos do partido. Destaque para os vice-presidentes: António Costa mantém-se número dois, seguido de Carlos César, Edite Estrela, Vera Jardim e Maria de Belém, estes dois últimos apoiantes de Manuel Alegre no congresso de 2004. Hoje, como se previa, Manuel Alegre foi a ausência mais notória do congresso.
in publico on line

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