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24
Set 09


19
Jun 09

 

 

Video de Apresentação da Candidatura de Rui Vaz à Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros

 

 

 


 

 

PS de Macedo acusa autarquia de bloqueio às EIPs por não poder meter cunhas

A câmara de Macedo de Cavaleiros está a criar bloqueios à equipa de intervenção permanente dos bombeiros locais por não poder intervir na selecção dos respectivos elementos. A acusação é feita pela comissão politica concelhia do PS que, em comunicado, critica a autarquia por ignorar aquilo que diz ser as vantagens da adesão a esta iniciativa do Governo.

 

O PS adverte ainda para o facto de se ter “perdido uma preciosa oportunidade de garantir mais rapidez e mais eficiência no socorro às populações” o que para os socialistas faz “aumentar o clima de insegurança no concelho”.

Agora que os protocolos já foram assinados e Macedo não aderiu, Rui Vaz, presidente da concelhia do PS, teme que o motivo desta não-adesão seja o facto de a Câmara não poder interferir na escolha dos elementos.

 

“Se fosse da responsabilidade da autarquia a selecção destes elementos, não temos dúvidas que uma equipa teria sido constituída. Sendo feita pelo comando dos Bombeiros, é evidente que esta situação não tem o mesmo tratamento que é habitual na autarquia de Macedo”, acusa Rui Vaz.

 

Até ao momento não foi possível obter reacções a esta acusação por parte da câmara de Macedo.

Ainda assim, da última vez que o vice-presidente abordou o assunto garantiu que a autarquia estava em negociações para conseguir as melhores condições para aderir às Equipas de Intervenção Permanente.

Tentámos ainda chegar à fala com o Comandante dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros, mas até ao momento não foi possível o contacto.

Para além de Macedo de Cavaleiros, também Alfândega da Fé e Miranda do Douro não assinaram os protocolos de criação das Equipas de Intervenção Permanente.

 Escrito por CIR


18
Jun 09

 Socialistas de Bragança apresentam candidatos

Socialistas de Bragança apresentam candidatos autárquicos aos 12 concelhosOs camaradas Jorge Gomes e Mota Andrade são os candidatos socialistas às presidências da Câmara de Bragança e da Assembleia Municipal, respectivamente. O anúncio foi feito durante o Encontro Distrital Autárquico de Bragança, que decorreu recentemente em Gimonde.
 

Na ocasião e perante cerca de dois mil militantes e simpatizantes, o deputado Mota Andrade criticou a gestão do actual Executivo municipal (PSD) ao sublinhar que “os investimentos feitos ao longo de 12 anos foram um desastre completo”.

“Gastaram-se milhões e milhões de euros em obras sem qualquer rentabilidade”, disse o deputado do PS eleito pelo círculo de Bragança.

Mota Andrade referiu de seguida as obras do Procom e do Polis, apontando que estas são “o exemplo típico daquilo que não se deve fazer, porque a sua gestão acabou por traduzir-se no completo abandono do centro cívico da cidade”.

Sobre o Mercado Municipal, observou que ele “serve para tudo menos para a função que devia”.

A propósito da Casa do Lavrador, vincou que “ninguém sabe para que serve”, enquanto o matadouro simplesmente “não funciona”.

Já quanto à aposta socialista em Jorge Gomes, Mota Andrade saudou a escolha, considerando o actual governador civil como “um candidato excelente pelo seu passado e pelo seu currículo”.

“Ele já deu provas de que é um grande empresário, um grande gestor e uma pessoa que coloca a causa pública em primeiro lugar”, afirmou.

De referir que esta iniciativa do PS/Bragança teve como principal objectivo a apresentação dos candidatos do PS às autarquias dos 12 concelhos do distrito.

Os candidatos autárquicos já eram, em larga maioria, conhecidos, com excepção do cabeça-de-lista à Câmara de Bragança e do candidato à presidência da Assembleia Municipal.

Assim, voltam a recandidatar-se Américo Pereira, em Vinhais; Artur Pimentel, em Vila Flor; Aires Ferreira, em Torre de Moncorvo e José Santos, em Freixo de Espada à Cinta.

Por Alfândega da Fé candidata-se Berta Nunes; por Carrazeda de Ansiães, Augusto Faustino; por Mogadouro, João Meira; por Miranda do Douro, Artur Nunes; por Macedo de Cavaleiros, Rui Vaz; por Mirandela, Júlia Rodrigues; e por Vimioso Jorge Fernandes.

A encerrar o Encontro Distrital Autárquico de Bragança, o secretário nacional para as Autarquias, Miranda Calha, fez um discurso no qual perspectivou a grande vitória que o PS vai ter nas próximas eleições autárquicas atendendo à “grande qualidade dos candidatos”, todos eles, “com provas dadas quer na política, quer na vida profissional”.


11
Abr 09

A  Nossa Aposta...

Chegou a Dra.Ferreira Leite e a autarquia se curvou

Ouviram falar da recente visita da Dra.Manuela Ferreira Leite? Foi ilariante a recepção que a autarquia lhe fez. Claro está que a despesa saiu do bolso dos munícipes, mas pronto. Os transmontanos gostam de receber bem, não é? Eu gosto de receber bem em minha casa, mas não me atrevo a gastar o dinheiro da vizinha, simplesmente porque não me pertence. Os meus convidados estão por minha conta. Justo, não?
Também foi interessante perceber que a líder do PSD não se opõe à Auto-estrada transmontana, podia era ter dito isso logo em Lisboa, quando por diversas vezes foi questionada sobre o assunto e pelas mesmas vezes, fugiu à questão. Percebeu que por cá a rede das IPSS's funciona e foi isto o que a Comunicação Social do distrito passou, como de mais relevante, das palavras da líder do PSD. Bem, pelo menos a Dra.Ferreira Leite viu e conheceu alguma coisa do distrito, já que o vazio dela sobre "os de cá do Marão" é quase zero.
Quando toca a eleições os da capital adoram-nos! Até acham estranho que os socialistas, governo ou deputados, venham tantas vezes cá a cima. Até dizem que já nem se distinguem do povo. É assim. Os socialistas fazem parte do povo e gostam de estar entre o povo. O PSD gosta de viver nas cúpulas e de quatro em quatro anos, desce à plebe.
 
in http://um-novo-rumo.blogspot.com Blog da Concelhia de Macedo Cavaleiros - Federação de Bragança

08
Abr 09

 Rui Vaz, candidato à Câmara de Macedo de Cavaleiros

“Esta é a oportunidade para o concelho retomar o ciclo de desenvolvimento"

 

 

Com que espírito parte para esta difícil missão de conquistar a câmara?
O espírito com que parto é exactamente o mesmo que me move desde que iniciei a minha actividade política no município como deputado municipal quando tinha 19 anos. O espírito com que pautei o trabalho de dirigente associativo na Associação Comercial e Industrial de Macedo de Cavaleiros, ao longo de 14 anos, sete deles como presidente e do qual resultou uma obra que enche de orgulho os empresários do concelho e o espírito com que aceitei o desafio, há quatro anos atrás, de presidir ao NERBA – Núcleo Empresarial da Região de Bragança. Um espírito combativo na defesa intransigente dos interesses e do desenvolvimento do concelho de Macedo de Cavaleiros. Com o espírito de alguém que vê chegada a hora de passar das propostas, das opiniões e das críticas à acção, com a convicção de que sou capaz e me sinto preparado para contrariar a falta de dinâmica com que este Executivo do PSD tem gerido o município nestes últimos anos.
 
Em que linhas de força assenta o projecto do PS de desenvolvimento para Macedo de Cavaleiros?
Macedo de Cavaleiros tem na sua centralidade face ao distrito de Bragança (faz fronteira física com sete dos 12 concelhos), nas suas acessibilidades, nas suas gentes e nos seus recursos endógenos os principais vectores para o seu desenvolvimento.
O projecto de desenvolvimento do PS para o concelho passa, exactamente, por potenciar estes mesmos vectores, fazendo da centralidade e da confluência dos dois eixos rodoviários estratégicos IP 4 (futura A 4) e IP2, com ligação directa à Zona Industrial, um factor potenciador da actividade económica que lamentavelmente este executivo PSD não soube aproveitar.
Devolver às gentes do concelho o espírito empreendedor que sempre as caracterizou, e renovar-lhes o sentimento de orgulho de serem macedenses, criando para isso mecanismos objectivos e efectivos de apoio ao empreendedorismo. Uma política forte de fixação dos jovens quadros oriundos do concelho, com base na realização e captação de investimento gerador de emprego e de riqueza. Uma política forte de apoio social à terceira idade, estimulando o investimento na prestação de serviços de qualidade nesta área.
 
Que plano tem, caso seja eleito presidente da câmara, para travar a desertificação do concelho e fixar a população jovem?
Na sequência do que foi respondido à questão anterior, ressalvo que temos recursos endógenos que é necessário potenciar e transformar em mais-valias reais: a gastronomia, os recursos cinegéticos, o património arquitectónico e religioso, a diversidade e a magnificência das nossas paisagens que tem a sua representação mais mediática (mas não exclusiva) no Parque Natureza do Azibo. Todos estes são elementos que urge articular através de uma política integrada e estruturada. Só assim será possível criar um mercado turístico apetecível, motivar a fixação da população e captar investimento.
A zona industrial é outra das vertentes estratégicas a explorar e cujo potencial está longe de estar optimizado. Criar postos de trabalho e gerar e riqueza passa inevitavelmente por aí. Sem desenvolvimento económico é impossível ambicionar o resto.
 
De que forma vai promover as potencialidades do concelho?
É urgente definir um Plano Estratégico de Desenvolvimento sustentado de todo o concelho e o meio rural não pode ser esquecido. É importante repensar os apoios à agricultura e aos agricultores, criar redes que permitam a circulação dentro do concelho e de dentro para fora dos produtos que a terra nos dá, apostar na qualidade e na certificação, enfatizar e rentabilizar o que temos de melhor e levar as pessoas a acreditarem no que é nosso e no que podemos oferecer. Será, definitivamente, uma estratégia pensada pela positiva, capaz de fazer emergir da neblina em que estamos mergulhados, todo o nosso potencial.
 
Que balanço faz da gestão do PSD à frente da autarquia?
Estes sete anos e meio de gestão PSD foram uma tragédia para o concelho. A política preconizada por este Executivo conduziu à desvalorização drástica do nosso património, à descrença por parte da população, à transformação de ambições válidas em aspirações mesquinhas, à projecção de uma imagem “pequena” de nós próprios, à construção de bloqueios que acabaram por travar a iniciativa privada e a criatividade, e por aí fora… 
 
O que podem esperar os munícipes de Rui Vaz à frente dos destinos de Macedo de Cavaleiros?
Uma liderança enérgica, combativa e inconformada; uma gestão aberta aos contributos de toda a população, honesta e coerente com as suas aspirações. E podem esperar, garantidamente, o máximo empenho de alguém que sempre procurou, em todos os seus projectos, servir a terra de que tanto se orgulha.
 
Em que aspectos uma gestão socialista pode marcar a diferença?
A gestão socialista já marcou a diferença no passado, com base numa política de progresso, de urbanidade, de igualdade de oportunidades, não pactuando com clientelismos nem favorecimentos. Esta é a oportunidade que o concelho tem de retomar o ciclo de dinamismo e desenvolvimento, de voltar a “nivelar por cima”, de liderar e de sobressair pela positiva, de mostrar do que é capaz, de dar uma oportunidade aos seus valores humanos e materiais.
 
No seu entender, quais os principais problemas com que se debate o concelho?
São os problemas decorrentes de uma gestão PSD exclusivamente preocupada em gerir os timings eleitorais, consentâneos com uma política pobre em objectivos e propósitos válidos: a desertificação, a falta de poder reivindicativo, a incapacidade de captação de investimento, a inexistência de uma oferta turística concertada e atraente; a redução da visibilidade política face aos concelhos nossos vizinhos, entre outros.
 
Como avalia a acção do Governo em relação ao distrito de Bragança e em particular ao concelho de Macedo de Cavaleiros?
Este foi o Governo que no pós-25 de Abril mais investimento realizou no distrito de Bragança, em todas as áreas da governação, desde a rede viária, às escolas, passando pela saúde e pelo urbanismo. Esteve nas mãos da autarquia tirar o máximo partido dessa aposta, que definitivamente não soube aplicar a parábola dos talentos à sua acção: a partir da riqueza não soube gerar riqueza mas mesquinhez e limitações. Deram-lhes ferramentas para construir pontes, e eles usaram-nas para criar muros.

 


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OláAté hoje eu era um dos indecisos. Como pai de u...
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