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27
Set 09
 
 

 


15
Set 09

publicado por socialistas2009 às 20:13

publicado por socialistas2009 às 18:40

Campanha do PS
Sócrates agudiza clivagem com PSD
PS cerra fileiras contra Manuela Ferreira Leite. Sócrates não quer que o tempo «da outra senhora» regresse
 
 

A campanha do PS está a agudizar as diferenças em relação ao seu principal adversário, o PSD. O TGV e os investimentos públicos continuam a dar o mote à caravana de José Sócrates pelo país.

«Eu sou do tempo em que ouvia falar do orgulhosamente sós e não quero que esse tempo regresse», afirmou, esta terça-feira José Sócrates, para explicar a uma plateia de empresários a diferença entre PS e PSD acerca do TGV, e dando como exemplos de líderes modernos tanto Barack Obama, como José Luís Zapatero ou Nicolas Sarkozy.

Segunda-feira à noite, o cabeça-de-lista pelo Algarve, João Soares, já tinha avisado que a escolha dos portugueses, nas eleições de dia 27, é entre Sócrates e «a outra senhora» numa clara colagem de Ferreira Leite não só ao conservadorismo, como ao Estado Novo.

Durante o almoço de esta terça-feira, não foi só Sócrates a fazer referência ao TGV e à polémica com os espanhóis. «Torres Novas quer muita a Espanha a Inglaterra ou a Bélgica», afirmou o presidente da Câmara, António Rodrigues, no seu discurso inicial, destacando um investimento recente de «500 milhões de contos» de uma empresa espanhola no distrito.

 

«Tem um perfume bom!»

 

 

Ao discursar para cerca de 700 empresários, Sócrates insistiu nas questões de qualificação e energia, mas nada disse sobre dois aspectos que mais preocupam aquele sector: a política fiscal e a burocracia.

Pela manhã, o candidato do PS visitou um centro social para crianças e idosos na localidade de Pego (Abrantes), que quis mostrar como um bom exemplo. Sócrates chegou uma hora e meia atrasado, mas as pessoas não arredaram pé para ver ao vivo o primeiro-ministro.

«Aqui, é mais novo e mais bonito do que na televisão», comentava uma moradora de Pego para o marido, enquanto outra, que mal acabara de beijar na face Sócrates, não se conteve e confidenciou a uma amiga: «Tem um perfume bom! Melhor do que o do meu marido!».

«Não me importava nada que este fosse meu marido», respondeu-lhe, bem-disposta, a sexagenária.

publicado por socialistas2009 às 17:56

14
Jul 09

PS promove duplicação do número de bolsas Erasmus

 

José Sócrates anunciou em Rebordosa, Paredes, no Fórum Novas Fronteiras dedicado à juventude, que vai incluir no programa eleitoral das próximas eleições legislativas a duplicação, nos próximos quatro anos, do número de bolsas Erasmus, para que mais portugueses possam estudar no estrangeiro.

“Vamos aumentar para o dobro, nos próximos quatro anos, as bolsas de estudo Erasmus. Temos cerca de seis mil bolsas, o que é muito pouco. Devemos fazer um esforço para que mais jovens tenham oportunidade de estudar no estrangeiro, de alargar os seus quadros mentais, de saberem mais, para regressarem e contribuírem para um país melhor”, afirmou o secretário-geral do PS.

Para além da duplicação das bolsas Erasmus, vão existir bolsas de estudo para estudantes no ensino secundário, já em Setembro, “pela primeira vez no nosso país”. O programa eleitoral socialista contempla ainda “o compromisso de criar cinco mil estágios profissionais na administração pública”.

José Sócrates afirmou ainda que o número de vagas para o Ensino Superior nunca foi tão elevado como este ano: “Nunca houve tantas vagas no Ensino Superior Público. São mais cinco mil vagas do que em 2005. São cinco mil oportunidades para os jovens fazerem os seus estudos. Não há melhor indicador de sucesso e investimento na rede pública do que este”.

O secretário-geral socialista lembrou o investimento do Governo na área da Educação, indicando o aumento do número de doutorandos, de publicações científicas e do investimento em investigação, bem como o ensino do inglês no ensino básico, a existência de um computador por cada aluno do ensino básico, o aumento dos cursos profissionais e os 900 mil portugueses inscritos no programa Novas Oportunidades: “Se um dia se fizer com justiça um balanço destes quatro anos ao nível do investimento no ensino, verão que nunca houve, no nosso país, um progresso tão forte”.


Costa endurece discurso sobre herança do PSD

"Os lisboetas vão escolher entre quem arrumou a casa e quem a desarrumou; entre quem pôs as contas em ordem e quem as desbaratou", disse António Costa, na apresentação da sua candidatura ao final da tarde de hoje, no jardim de São Pedro de Alcântara. Sem referir o nome de Pedro Santana Lopes ou o PSD, Costa foi duro na caracterização do seu adversário: "propaganda", "malabarismo", "ilusionismo", "truque" e "mistificação". 
"A escolha que vai ser feita é clara e decisiva", afirmou Costa, que denunciou "o desastre do passado recente". Antes de apontar a mira aos sociais-democratas, o candidato do PS relembrou a coligação de esquerda, liderada por Jorge Sampaio, que em 1989 iniciou o governo de Lisboa. "Uma experiência que merecia e merece ser renovada, a bem de Lisboa e ao serviço dos lisboetas", disse Costa. 
O candidato do PS apelou à "união em torno de um projecto de cidade, em vez de nos dividirmos em nome de jogos partidários que nada têm a ver com os interesses de Lisboa". 
Antes de Costa interveio o seu mandatário, o fadista Carlos do Carmo. O primeiro orador da tarde foi José Sócrates. Com uma plateia onde havia muitas figuras da cultura, o líder do PS falou aos militantes socialistas, mas também aos independentes. Sobre estes disse ser uma "honra" a partilha da candidatura de Costa. Para Sócrates, a eleição é "uma escolha muito clara entre António Costa e o candidato da direita". Ao pedir o voto, o primeiro-ministro afirmou que "nunca houve uma vitória da esquerda com o enfraquecimento do PS", palavras que tanto pareciam aplicar-se à câmara de Lisboa como ao Governo do país. Um discurso aplaudido, mas sem a intensidade das palmas que várias vezes interromperam a intervenção do candidato. 
Sócrates foi dar o apoio do PS a António Costa. Mas no balanço da sessão, com a plateia heterogénea que ouviu o primeiro-ministro, parece ter sido o candidato à Câmara a dar uma mãozinha ao candidato à chefia do Governo.

09
Jul 09
Sócrates diz que o combate eleitoral vai ser uma escolha de “atitude” 
É para um combate de “atitude” que José Sócrates convocou ontem os deputados e o “PS inteiro”, pedindo-lhes “ânimo, força e coragem”. O combate eleitoral, segundo o primeiro- ministro, vai ser “uma questão de atitude”, uma escolha entre “quem tem confiança no país, vontade e ambição” e quem faz da “resignação, pessimismo e negativismo” uma “linha política”

No jantar de final de sessão legislativa, o líder socialista afirmou que a legislatura que agora finda foi “a tempestade perfeita”, mas afirma-se pronto para outra.

“O meu estado de espírito é de quem parte para este período eleitoral para defender as nossas realizações e reformas”, afirmou José Sócrates, já depois de ter elencado as três marcas da sua governação: “Rigor e responsabilidade, ambição nas reformas modernizadoras do país e a marca social”. E aqui começa o jogo das diferenças.

“Está em jogo a disputa entre a escolha de quem acredita no Estado social e quem quer rasgar as políticas sociais”, defende o líder do PS. Para contrapôr que a direita, ao defender um “Estado imprescindível” não está senão a defender o “Estado mínimo que tem uma agenda escondida de privatizações”.

Na parte inicial da sua intervenção, Sócrates tinha definido a legislatura como “a tempestade perfeita”, que começou por enfrentar várias crises: orçamental, da segurança social e a derivada “de um país bloqueado na prossecução do interesse nacional”. E que no final teve de enfrentar “a maior crise mundial dos últimos 80 anos”. “Isto é que foi uma legislatura!”, desabafou. “Nem de encomenda!”

Passou em revista as políticas públicas, a estabilização das contas públicas – porque “o défice enfraquece o Estado” -, as reformas modernizadoras, as políticas sociais. “Sempre que o PS passa pelo Governo deixa as políticas sociais melhores”, sublinhou. “Fizemos tudo certo? Claro que não, mas nunca nos afastamos do essencial”, frisou.

Com pompa e circunstância q.b. e a polémica da proibição das duplas candidaturas em pano de fundo, o jantar de fim de legislatura na Estufa Real teve Manuel Alegre na mesa de honra, mas nem um candidato a presidências de Câmara. O vice-presidente da Assembleia da República veio despedir-se do grupo parlamentar, pois já afirmou que não será candidato nas legislativas, mas não quis alimentar divisões internas.

Em resposta a Ana Gomes, a dupla candidata à Câmara de Sintra e o Parlamento Europeu (já eleita), que na véspera afirmara dispensar “lições de moral” de Manuel Alegre, o ex-candidato presidencial afirmou que não pretende “dar lições de moral a ninguém”. Depois de ter defendido que Ana Gomes e Elisa Ferreira deviam optar entre o Parlamento Europeu e as suas candidaturas autárquicas, Alegre acrescenta agora que “é uma questão política, a questão moral é com elas”.

Antes do “vamos a isso” com que Sócrates fechou o discurso pré-eleitoral, já o líder parlamentar, Alberto Martins, tinha afirmado que o grupo parlamentar está “à altura das suas responsabilidades pra procurar uma vitória que é para o PS e para o país”. Mas nenhum dos dois teve uma só palavra para os combates autárquicos, apesar de haver na sala mais de uma dezena de candidatos a autarquias, agora impedidos de voltarem a ser deputados na próxima legislatura

02
Jul 09

Estado da Nação

Sócrates anuncia 20 milhões para requalificar centros de saúde e urgências 
Saúde e novos equipamentos sociais. Quase no final da legislatura, o primeiro-ministro anunciou hoje, durante o debate sobre o estado da Nação, mais duas apostas: o programa de requalificação e modernização dos centros de saúde e urgências hospitalares contará com 20 milhões de euros e vai haver um reforço de 115 milhões de euros para a construção de novos equipamentos sociais - área para a qual será criada uma linha de crédito de 50 milhões de euros.

De acordo com o primeiro-ministro, o reforço da comparticipação em 20 milhões de euros será feito com recurso à dotação provisional. "O Governo decidiu reforçar as intervenções em curso e em projecto, organizando um verdadeiro programa nacional da requalificação e modernização dos centros de saúde e urgências hospitalares. Este programa beneficiará de comparticipação comunitária, quer a que já estava prevista nos programas regionais quer a que vai resultar da reprogramação", disse.

Na perspectiva de José Sócrates, o país precisa de reforçar o seu investimento nos centros de saúde e em outros equipamentos do Serviço Nacional de Saúde. "Esse investimento, que é socialmente muito útil, tem também todas as condições para contribuir, neste momento, e com a solidariedade necessária, para a dinamização da economia e para a dinamização de emprego. Este é o caminho: não é hesitar, é prosseguir", disse, numa nota eminentemente política.

Sobre os novos equipamentos sociais garantiu que a medida "terá efeitos imediatos": "Significa duplicar a verba até agora disponível, permitindo que sejam aprovados mais cerca de uma centena de projectos entre os que já foram apresentados para comparticipação do programa operacional respectivo", disse.

No seu discurso de abertura, o primeiro-ministro anunciou também que o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social constituiu com a Caixa Geral de Depósitos uma nova linha de crédito no valor de 50 milhões de euros expressamente dirigida a apoiar investimento a cargo das Instituições Privadas de Solidariedade Social (IPSS).

Críticas à oposição

No último grande debate parlamentar da legislatura, o primeiro-ministro fez ainda uma revisão de toda a matéria dada ao longo dos últimos quatro anos. Mas, já com as eleições legislativas em mente, José Sócrates voltou, durante o seu discurso sobre o estado da Nação, as palavras para a oposição e afirmou que “este Governo não vendeu a nenhuma empresa uma rede fixa de comunicações” – em referência ao polémico negócio concretizado durante o anterior Governo, quando Manuela Ferreira Leite era a titular da pasta das Finanças.

De seguida, José Sócrates voltou-se novamente para as críticas à oposição, desta vez de forma generalizada. Segundo o primeiro-ministro, os outros partidos limitaram-se a fazer “coligações negativas e convergências tácticas com o único objectivo de dizer mal e atacar o Governo”. E acrescentou: “Todas as bancadas da oposição se dispensaram sempre de assumir uma atitude construtiva e de constituir uma alternativa política”.
publicado por socialistas2009 às 16:35

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