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07
Jul 09
 

Alegre desafia Ana Gomes e Elisa Ferreira: "Escolham!"

 

O mais destacado crítico socialista da liderança de Sócrates está de acordo com a proibição das duplas candidaturas no PS. Manuel Alegre desafia mesmo Ana Gomes e Elisa Ferreira a escolherem: ou deixam já o Parlamento Europeu ou desistem das respectivas candidaturas autárquicas.
 

Pela segunda vez em poucos dias, Manuel Alegre revela-se em sintonia com José Sócrates. Na quinta-feira, apoiou o primeiro-ministro na forma como este geriu o "caso Manuel Pinho"; agora, apoia-o na proibição das duplas candidaturas no PS (candidatura a presidente de câmara e candidatura a deputado).

O vice-presidente do Parlamento vai, no entanto, mais longe e sugere que essa proibição funcione retroactivamente. Fá-lo desafiando Ana Gomes e Elisa Ferreira - reeleitas eurodeputadas e agora candidatas às câmaras de Sintra e do Porto, respectivamente - a decidirem já a renunciarem a uma das funções. "Acho que é uma atitude pedagógica e exemplar. Acho mesmo que Ana Gomes e Elisa Ferreira devem escolher: ou renunciam já aos mandatos de eurodeputadas ou renunciam às suas candidaturas autárquicas. Que escolham!", disse o deputado socialista ao DN.

Segundo o ex-candidato presidencial, a proibição das duplas candidaturas é "uma questão de transparência para que os eleitores saibam em quem estão a votar". Ao que o DN apurou, Alegre terá tido influência na proibição decretada pela direcção do PS, a qual foi anunciada sexta-feira à noite, após uma reunião, não anunciada previamente à comunicação social, entre Sócrates e os presidentes das estruturas distritais do partido.

Após essa reunião, o novo porta-voz do PS, João Tiago Silveira, explicou que esta "é uma orientação que permite clarificar quem são os candidatos a deputado e quem são os candidatos a presidente de câmara".

A dita orientação suscitou de imediato contestação na bancada do PS. A deputada Sónia Sanfona, que é também agora candidata à Câmara de Alpiarça, disse que "o PS esteve muito mal ao mudar as regras a meio do jogo". "Melhora a qualidade da democracia que não sejam abertas excepções em relação a casos concretos. O exemplo que o PS deu, abrindo excepções porque não definiu as regras à partida, é um mau exemplo, casos de Ana Gomes e Elisa Ferreira."

Outra deputada também candidata a uma câmara, Leonor Coutinho, que tenta roubar ao PSD o município de Cascais, reagiu de forma igualmente crítica. "Como dirigente do partido, não tenho a certeza de que, a reboque do PSD e a meio do jogo, esta seja uma maneira de consolidar as pessoas que concorrem, e muitas vezes se disponibilizaram para combates muito difíceis, muitos em início de carreira", disse à Lusa. "Não acho bem que se mudem as regras a meio do jogo", acrescentou ainda, explicando-se: "Quando apresentei a minha candidatura disse que era perfeitamente compatível o lugar de deputado com o de candidato autárquico, porque se ganha a eleição, obviamente a lei define que o cargo não é compatível, agora um vereador da oposição não tem emprego na câmara, para se dedicar a essa tarefa tem de ter outro emprego."

Mas assim como suscitou críticas imediatas, a proibição também motivou apoios. Ouvida pela Lusa, a deputada Jovita Ladeira, também candidata à Câmara de Vila Real de Santo António, disse que "deve haver seriedade na política, não se pode estar com um pé numa coisa e um pé noutra". "Tem de haver coerência e responsabilidade perante as populações, um projecto deve ser único, o partido tomou a posição mais acertada, para dignificar os cargos, dignificar a política", disse. "Não é aceitável estar em duas listas ao mesmo tempo, isso fragiliza as candidaturas, não credibiliza a política."

No mesmo sentido se pronunciou o deputado Carlos Martins, candidato a Albufeira: "Nunca admiti ser candidato às legislativas", disse. "Tem de haver, para o eleitor, uma garantia de que vai confiar o seu voto no candidato que vai cumprir o mandato. Quanto mais claras forem as coisas mais dignificamos a democracia."

Em Lisboa, António Costa já há muito tinha dito que não seria recandidato a deputado. Paulo Pedroso, candidato por Almada, anunciou recentemente o mesmo. Fonseca Ferreira renunciou à presidência da CCDR de Lisboa para ser candidato do PS à Câmara de Palmela.

 

in DN


02
Jul 09

Entrevista a Ana Gomes, candidata a Sintra

“Precisamos de uma Câmara com liderança”

 

Precisamos de uma Câmara com liderança“Sintra precisa que a sua câmara promova activamente políticas sociais de habitação, de saúde e de educação, que invista na requalificação do parque escolar e que estimule a fixação dos jovens no concelho”, sustenta Ana Gomes em entrevista ao “Acção Socialista”. Caso ganhe as eleições autárquicas, a candidata do PS compromete-se a dinamizar a actividade económica, a requalificar o espaço urbano e a investir em políticas e equipamentos sociais.

 

O que a levou a aceitar o estimulante, mas difícil, desafio de ser a candidata do PS à Câmara de Sintra?
Primeiro, a vontade de fazer a diferença por Sintra, pelas pessoas que vivem, trabalham ou estudam em Sintra e que, como eu, vibram por Sintra e sentem que o concelho está estagnado, sem orientação estratégica, incapaz de fazer face aos desafios do quotidiano e da modernidade, sem liderança para aproveitar e valorizar o seu fabuloso potencial.
Em segundo lugar, a minha vontade de dar a cara pelo PS em Sintra, onde escolhi viver há 15 anos, correspondendo assim ao convite que me foi feito pelo secretário-geral do PS, José Sócrates.
E, finalmente, pelo desafio pessoal de quem anda há mais de trinta anos pelo mundo fora a procurar ser útil a muita gente, a muitos povos que precisam de amigos. Alguém que, nesta fase da vida, se diz: porque não hei-de tentar ser útil à comunidade que está mais perto e que é a minha?
 
Que prioridades pretende verter no programa socialista a apresentar ao concelho?
Em todas as áreas posso identificar necessidades prioritárias para Sintra. Mas vivemos tempos de crise global sem precedentes, cujo impacto em Sintra se sente sobretudo ao nível do desemprego. A câmara tem, por isso, de ajudar a criar oportunidades de emprego, tirando partido e investindo na transição para uma economia ecologicamente sustentável, baseada no conhecimento e inovação e apostando na eficiência energética, no uso racional da água e nas energias renováveis. E, para isso, Sintra tem de ter pólos tecnológicos para articular o seu tecido empresarial com os estabelecimentos universitários e de investigação que tem todas as condições para albergar.
Por outro lado, Sintra precisa que a sua câmara promova activamente políticas sociais de habitação, de saúde e de educação, que invista na requalificação do parque escolar e que estimule a fixação dos jovens no concelho. Outra prioridade é a revisão do PDM e de outros múltiplos planos que se sobrepões e contradizem.
Quais são as suas ideias para devolver a qualidade de vida aos munícipes de Sintra?
Para recuperar qualidade de vida dos sintrenses e a fazer progredir tenho muitas ideias, mas durante a campanha, em contacto com os candidatos e candidatas do PS às juntas de freguesia e com os eleitores de Sintra, elas vão decerto multiplicar-se. Poderei sumariar dizendo que se articulam em torno de três eixos principais: primeiro, a dinamização económica com sustentabilidade ecológica e criação de emprego de qualidade – e isso passa por uma política verde a sério para Sintra, apostando na eficiência energética, na eficiência do uso da água e na generalização das energias renováveis, nos edifícios e nos transportes; segundo, o ordenamento do território e a requalificação do espaço urbano; e, terceiro, o investimento em políticas e equipamentos sociais de necessidade prioritária (o hospital, centros de saúde, lares e centros de dia para idosos, creches, requalificação do parque escolar, apoio a associações desportivas e recreativas integradoras dos jovens, etc).
 
No âmbito das competências da câmara, que políticas vai desenvolver para inverter o clima de insegurança, nomeadamente ao nível social e de ordenamento do território?
A inércia da câmara é confrangedora nesta matéria. A câmara não deveria conformar-se com o sentimento de insegurança dos munícipes e não deveria alijar responsabilidades. Olhe-se só para a Polícia Municipal – quando foi criada estava previsto que tivesse 200 membros; hoje não chegam a 30. Não defendo políticas securitárias, mas sim que a câmara actue no sentido de garantir policiamento de proximidade nas zonas de risco (escolas, estações de comboio, centros comerciais, etc) iluminação adequada, requalificação do espaço urbano, estacionamento ordenado e os equipamentos e políticas sociais necessárias para integrar os jovens e outros segmentos populacionais em risco de cair na marginalidade e na delinquência.
 
O que podem esperar os munícipes, em especial os mais desfavorecidos, de Ana Gomes presidente da câmara?
Lutar contra a pobreza, a exclusão e todo o tipo de descriminação sempre foram preocupações minhas. Por isso, sou socialista. Os mais desfavorecidos – sejam idosos, crianças, jovens, desempregados, vítimas de violência, doméstica, deficientes – podem contar com mais do que a minha solidariedade. Podem contar com o meu empenhamento para que a câmara actue no sentido de os ajudar pessoalmente e de tudo fazer para resolver os problemas estruturais que estão na origem da situação de desfavorecimento em que se acham.
 
Como pensa travar a construção desenfreada que continua a proliferar sem regras em Sintra e os lóbis a ela associados?
Para defendermos o património edificado e natural, precisamos antes de mais de uma câmara com liderança, capaz de articular a multiplicidade de entidades implicadas no licenciamento e capaz de remover os bloqueamentos que fazem persistir a desorganização urbanística e a estagnação económica.
A revisão do PDM é, neste aspecto, uma prioridade. E para ser eficaz essa revisão tem de contar com a consulta e ampla participação dos sintrenses.
Na presidência da Câmara de Sintra não enjeitarei responsabilidades. Estarei lá para as assumir, incluindo no que respeita ao urbanismo e licenciamento, justamente para evitar a construção desenfreada e desordenada. E para isso vou saber rodear-me de pessoas competentes e sérias, para me aconselharem tecnicamente.
 
Sintra tem graves problemas na compatibilização do desenvolvimento urbano com a protecção ambiental. Qual é a sua perspectiva para resolver esses problemas?
Estou convicta que essa compatibilização oferece, justamente, tremendas oportunidades económicas e de criação de emprego. Não é um problema, é a solução. E por isso precisamos de uma política camarária que tenha o objectivo de tornar Sintra verde a sério, apostando na eficiência energética e na eficiência do uso da água. Precisamos de uma câmara militante no aproveitamento das energias renováveis, generalizando-as nos edifícios e na rede de transportes, o que não deixará de ter consequências nas acessibilidades e na mobilidade interna. Precisamos de trabalhar pela requalificação das nossas magníficas praias e pelo ordenamento do litoral. E precisamos que a Câmara de Sintra lidere um esforço conjunto de várias entidades para erradicar as infestantes acácias da serra, que a tornam num barril de pólvora inviabilizador de quaisquer planos de protecção contra catástrofes. Precisamos de promover a adaptação de Sintra face ao impacte das alterações climáticas e, sobretudo, de uma câmara que não tolere mais crimes ambientais, como os que proliferam por todo o território em dezenas de lixeiras e aterros ilegais. E precisamos de ter uma câmara que se faça ouvir e respeitar e que trave atentados à saúde pública, como as redes de alta tensão, que outros concelhos obrigam a enterrar, mas que continuam a atravessar-se por cima das cabeças dos moradores de alguns dos bairros de Sintra, diante da passividade camarária.
 
Como pensa promover as potencialidades que Sintra inegavelmente possui, nomeadamente ao nível do turismo, visando a manutenção e criação de emprego?
Precisamos de uma câmara que saiba articular de forma mais enriquecedora para a economia local dois factores indissociáveis: a oferta turística e a política cultural. Tudo está ligado: a requalificação do espaço urbano, a preservação dos centros históricos (e Sintra tem vários, além da jóia que é a vila e que tão mal conservada está!), a valorização do artesanato e produtos locais, a requalificação das nossas magníficas praias e o ordenamento do litoral. A câmara tem também de valorizar a diversidade étnica e social das gentes de Sintra, de forma a rentabilizar a riqueza da sua multiculturalidade e a incentivar o espírito comunitário e o “sentimento de pertença” em todos os sintrenses. Esta é uma dimensão cultural da maior importância social e política, além dos benefícios económicos. Finalmente, precisamos de uma estratégia que ponha Sintra no mapa a nível regional, nacional e internacional e que, de modo algum, deixe perder-se a classificação da UNESCO como “Património da Humanidade”.
 
Finalmente, que avaliação faz da gestão de Fernando Seara?
Muito negativa. Porque o concelho estagnou economicamente, a qualidade de vida dos sintrenses se degradou, o sentimento de insegurança aumentou e nenhum dos problemas fundamentais encontrou solução estruturante. Mais do que as promessas feitas – e que não foram cumpridas – os sintrenses estão frustrados com o distanciamento, o desinteresse, a desatenção da câmara, que efectivamente bloqueia, por inércia, por incapacidade de decidir, a resolução de muitos problemas dos munícipes. A falta de articulação entre o presidente da câmara e os presidentes das juntas de freguesia dificulta a procura de soluções. Até os presidentes das juntas do PSD se queixam publicamente, como aconteceu recentemente com o do Cacém...

 


03
Jun 09
Ana Gomes chama “maratonista da demagogia” a Paulo Rangel 
Um “maratonista da demagogia, um campeão do flic-flac político”. Coube a Ana Gomes a dura resposta do PS às declarações e desmentidos do candidato social-democrata Paulo Rangel sobre o imposto europeu. No comício desta noite em Setúbal, Vital Moreira preferiu acentuar que o PSD “declarou guerra ao Estado social”.

“Nós, europeus e socialistas tivemos a coragem de trazer o imposto europeu a esta campanha”, começou por afirmar a eurodeputada Ana Gomes, lembrando o “aproveitamento mentiroso” do tema feito pela direita. “Mas esta manhã vimos no Jornal de Negócios Paulo Rangel a dizer que não estava fechado à hipótese”, frisou.

Mas depois veio o desmentido do próprio: “A longo prazo, disse, citando o americano John Keynes que por acaso até é inglês”, acrescentou Ana Gomes, arrancando uma gargalhada à assistência que enchia o cineteatro Charlot.

Vital Moreira, em tom mais sério, pegou na deixa para lançar a dúvida sobre o que quer o PSD para o país e para a Europa. “Não sabemos já se o PSD continua a ser uma tábua de sustentar prego na construção europeia”.

No seu discurso, o cabeça de lista do PS apostou a desconstrução do principal partido rival, na Europa e no país. Porque, sublinhou, “o PSD declarou guerra ao Estado social”. Porque, sustentou, ao defender o sistema misto para a educação e a saúde, e a privatização parcial da segurança social, o resultado é que “pagaríamos todos as clínicas privadas para os ricos, as escolas para os ricos e a segurança social de ode os ricos tinham saído”.

Estava repetida a fórmula política que Vital Moreira tem teorizado nos últimos dias: “O PSD é o PCP da direita, deixou de ter programa de Governo, é o partido do contra”. E está, sublinha, “cada vez mais à direita”, ao mesmo tempo que “a extrema-esquerda cada vez mais radical”.

Um bom motivo para regressar à lição que o professor ensina por onde passa. No Parlamento Europeu, avisa, só há três famílias políticas: o PSE, onde só estão os socialistas, o PPE, onde estão o PSD e o CDS-PP, e a Esquerda Unida, onde se “casaram” PCP e BE. “Não sei se eles gostam de votar uns nos outros, mas lá que votam, votam”, frisou.

No jogo das semelhanças dos partidos da oposição, o ministro Vieira da Silva foi ainda mais longe. “Temo-los visto lado a lado, PSD e CDS, nas manifestações do dr. Nogueira. Eles têm a mesma agenda. São contra a avaliação de professores e contra todas as reformas de que Portugal precisa”.

in publico

publicado por socialistas2009 às 09:28

02
Jun 09
Opinião na TVI
Ana Gomes volta a envolver o PSD no caso BPN 
01.06.2009 - 17h53 Leonete Botelho
Desta vez foi Ana Gomes a desafiar Manuela Ferreira Leite a dizer o que pensa do “escândalo BPN”. Nas “Palavras Assinadas” naTVI, a candidata do PS ao Parlamento Europeu volta a acender o rastilho da polémica ao considerar o caso como “criminalidade financeira organizada em torno de off-shores, bancos estrangeiros de fachada, um negociante de armas procurado pela Justiça espanhola”.

Desde sexta-feira à noite, depois do veemente “Não me calarei” de Vital Moreira, que o tema estava arredado da campanha socialista ao Parlamento Europeu. Sábado e domingo José Sócrates esteve nos dois comícios, em Braga e em Viseu e as tréguas do fim de semana não serão mera coincidência.

Mas ontem a sétima da lista socialista voltou ao ataque. “ A líder do PSD não se pronunciou até hoje sobre o escândalo BPN”, um caso de “criminalidade financeira organizada que pode envolver o esbulho de 200 mil depositantes, que já implicou 1400 milhões de euros ao Estado e que mancha gravemente a credibilidade interna e externa do sistema financeiro português”, afirmou Ana Gomes.

Um caso, repetiu “de criminalidade financeira organizada que envolve altas figuras do PSD: Oliveira e Costa, Dias Loureiro, Joaquim Coimbra, para citar apenas três nomes”. Mas nem dito isto Ana Gomes considera estar a identificar o caso ao partido laranja: “Não se trata de responsabizar o PSD pelo BPN, é exactamente o contrário”. E é por isso que a eurodeputada defende que “é urgente” Ferreira Leite pronunciar-se.

“Tem de demarcar-se, tem de condenar os actos eventualmente praticados por militantes do PSD no BPN, tem de exigir a investigação célere e a punição exemlar”. Porque, avisa, “se não se demarcar do BPN, estará a comprometer o bom nome do PSD”.

in Público

publicado por socialistas2009 às 00:35

08
Abr 09

Ana Gomes avança por Sintra

Ana Gomes avança por SintraA Comissão Política Concelhia de Sintra escolheu Ana Gomes como candidata à presidência da Câmara Municipal local nas próximas eleições autárquicas.

 

Para os socialistas, esta candidatura representa uma “mais-valia política de grande dimensão” e proporcionará uma vitória ao PS nas eleições para a câmara, uma vez que a camarada Ana Gomes conta com mérito político e profissional reconhecido não só no plano nacional, mas também internacional.

Segundo destacou, em comunicado, o presidente da Concelhia socialista, Rui Pereira, “Sintra é um concelho de extrema importância e uma prioridade política para o Partido Socialista, dada a sua dimensão histórica, social e económica”.

Nos últimos dois mandatos, este município “tem sofrido as duras consequências de uma governação medíocre onde impera a inércia, incapaz de tomar decisões fundamentais para o desenvolvimento local, prejudicando, fortemente, a população do concelho e a sua qualidade de vida”, denuncia o dirigente socialista, para quem “o PS tem a obrigação de tudo fazer para mudar, urgentemente, esta situação nas próximas eleições autárquicas”.

Ana Gomes, 55 anos, é licenciada em Direito, tendo uma bem-sucedida carreira diplomática no seu currículo profissional e tendo sido secretária nacional do PS durante a liderança de Ferro Rodrigues.

Actualmente é deputada pelo PS português no Parlamento Europeu.

publicado por socialistas2009 às 23:14

28
Fev 09
Proposta recuperação de propostas sobre corrupção de João Cravinho
Ana Gomes defende novo sistema fiscal que taxe as mais-valias 
 

A eurodeputada Ana Gomes defendeu hoje que o país precisa de um novo sistema fiscal e não apenas de uma reforma fiscal, ao intervir no XVI Congresso do PS que decorre até amanhã em Espinho.

Ana Gomes defendeu que o sistema fiscal deve obedecer a uma nova lógica e que se passe a “taxar as mais-valias do capital” e se acabem os “paraísos fiscais” como os “off-shores”, referindo expressamente o caso da Madeira.

Como meio de fazer face à crise mundial, que garante não deve ser relativizada em Portugal, Ana Gomes considera que é necessário apertar e melhorar o combate à corrupção. Nesse sentido, a eurodeputada propôs que o PS retome as propostas do antigo deputado hoje presidente do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento, João Cravinho, sobre ostentação de riqueza.

Defendendo que “é preciso não encobrir corruptos”, Ana Gomes sublinhou que é preciso combater eficazmente a corrupção para evitar abusos como tem sido, na sua opinião, o caso do “ataque político e pessoal a José Sócrates”. E garantiu que se a corrupção não for combatida e o sistema judicial não for mais eficaz “gente íntegra será enxovalhada na praça pública” e “continuará a roubalheira
”.

publicado por socialistas2009 às 21:22

O Congresso do Partido Socialista que arrancou esta sexta-feira, dia 27 de Fevereiro, tem na sua agenda a discussão de 35 moções sectoriais e de três moções globais. Ainda assim, Ana Benavente, ex-dirigente do PS prefere não marcar presença na reunião. A antiga de Estado da Educação de António Guterres acredita que, em Espinho, José Sócrates vai apresentar um discurso sem novidades e que o secretário-geral do partido não terá oposição. Pelo contrário, a eurodeputada Ana Gomes vai à reunião magna dos socialistas e aguarda com expectativa o anúncio do nome do cabeça de lista do partido às eleições europeias de Junho. Reportagem de SUSANA MARTINS (RR).

publicado por socialistas2009 às 00:27

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OláAté hoje eu era um dos indecisos. Como pai de u...
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Se o seu problema político está na cor...
Lamento opinar de uma forma que não vai muito no q...
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Bem, criticar não custa... O que realmente gostava...
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