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26
Mar 09

publicado por socialistas2009 às 12:59

15
Mar 09

Augusto Santos Silva garante que PS “terá todo o gosto” em contar com Manuel Alegre 
 
O ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, garantiu numa entrevista ao “Diário de Notícias” e à TSF, divulgada hoje, que o PS “terá todo o gosto” em contar com Manuel Alegre, voz crítica que tem pedido mudanças de política ao PS e ao Governo.

Santos Silva sublinhou que o “processo de elaboração do programa do PS não é feito entre quatro paredes por duas pessoas, ou três, ou quatro. É feito participadamente, e estou certo de que todos os militantes do PS, em particular as suas maiores figuras, participarão nesse debate”.

Segundo disse na entrevista, Manuel Alegre “faz falta ao PS” e que “na fase em que nós estamos, quanto mais ideias melhor!”.

Relativamente às eleições europeias, Santos Silva comentou que o objectivo do PS é ganhar e que o partido se apresentará como “defensor do modelo social europeu”. Quanto às legislativas, a “questão absolutamente vital” é a “questão da estabilidade política e da maioria”.

Durante a entrevista, Santos Silva reconheceu existirem, "pelo menos, duas (...) campanhas negras" conduzidas em Portugal contra o primeiro-ministro, por uma televisão e um jornal diário. "Não vale a pena tentar disfarçar operações políticas, não vale a pena disfarçar aquilo com jornalismo. Porque não é jornalismo!"

publico

publicado por socialistas2009 às 12:45

juliarodrigues_thumb.jpg A escolha de António Ramalho para Director Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAPN) foi uma derrota política para o distrito de Bragança. É a opinião de Júlia Rodrigues que, pela primeira vez, aceitou explicar as razões que a levaram a pedir a demissão de directora adjunta da DRAPN, no passado mês de Dezembro, após a saída de Carlos Guerra.  A também líder do PS de Mirandela revela que não queria ficar ligada à eventual deslocação da sede da DRAPN para a cidade de Braga.Júlia Rodrigues não tem dúvidas que Mirandela e o distrito de Bragança sofreram uma pesada derrota política com a escolha de António Ramalho para suceder a Carlos Guerra na liderança da Direcção Regional de Agricultura do Norte. “Na altura supus que a opção do ministro seria sempre pela manutenção e fortalecimento da Direcção Regional de Agricultura em Mirandela o que lamentavelmente não veio a acontecer” refere Júlia Rodrigues acrescentando que “foi uma grande derrota politica para Mirandela e para o distrito de Bragança na qual eu não poderia participar”. Esta foi uma das razões que a levaram a pedir a demissão do cargo de directora adjunta, logo após a nomeação de António Ramalho, para além de não querer ficar ligada à eventual saída de serviços e da própria sede da DRAPN.“Hoje em dia, com as novas tecnologias, a sede está onde está quem decide e neste momento a sede está localizada funcionalmente em Braga apesar de na teoria ser em Mirandela” refere. Júlia Rodrigues diz mesmo que o primeiro sinal da possível deslocalização da sede aconteceu logo no dia da tomada de posse do novo director regional porque “já ocorreu em Braga e isso é lamentável” considera. 

São as primeiras explicações públicas de Júlia Rodrigues para o seu pedido de demissão de directora adjunta da DRAPN. A líder do PS de Mirandela deixa também um sinal claro que estará para breve o anúncio da sua candidatura à câmara da cidade do Tua.

 

in www.psmirandela.blogs.sapo.pt

publicado por socialistas2009 às 12:44

14
Mar 09

Câmara do Porto manda retirar propaganda de Elisa Ferreira de locais proibidos 
 
A Câmara do Porto notificou a candidatura de Elisa Ferreira (PS) às eleições autárquicas para retirar a propaganda colocada em locais proibidos, disse hoje fonte da autarquia.

"A candidatura de Elisa Ferreira foi notificada para retirar o mais rapidamente possível a propaganda colocada nas zonas vermelhas", disse fonte da autarquia, acrescentando que também terão de ser retirados temporariamente os cartazes colocados na zona amarela, destinada apenas aos períodos de campanha e pré-campanha eleitoral.

Segundo a fonte, o PS terá concordado em retirar a propaganda que viola o regulamento municipal, podendo recolocar na zona amarela a partir de 1 de Abril os cartazes referentes às eleições autárquicas e legislativas. A candidatura de Elisa Ferreira remeteu para mais tarde esclarecimentos sobre esta matéria.

As zonas vermelhas são a "Baixa", a quase totalidade da faixa litoral, o Parque da Cidade e alguns jardins, como a Rotunda da Boavista e as praças da República, Marquês de Pombal e Sá Carneiro, enquanto a zona amarela abrange todas as principais ruas da cidade.

A fonte explicou que, na ausência de uma definição legal de período de pré-campanha, a câmara estipulou que os partidos poderão colocar propaganda nas zonas amarelas seis meses antes da data prevista para as eleições, período que a Lei de Financiamento dos Partidos admite como passível de incluir despesas de campanha.

"Como por lei nenhuma das eleições, legislativas e autárquicas, pode exceder a data de 15 de Outubro, definimos que a partir de 1 de Abril já se pode colocar propaganda nas zonas amarelas", referiu a fonte. Relativamente às eleições europeias, previstas para Junho, todos os partidos já podem colocar propaganda nas zonas amarelas.

“Dois pesos e duas medidas”

O PCP acusou hoje a Câmara do Porto de ter "dois pesos e duas medidas" e de "fechar os olhos" à presença de propaganda comercial e política em zonas proibidas pelo regulamento municipal de propaganda política, que os comunistas contestam em tribunal desde a sua entrada em vigor, em 2006.

"Enquanto as nossas estruturas [de propaganda] são rapidamente removidas, essas proliferam por aí. Já pagámos milhares de euros de multas, situação que chegou até ao ponto de congelamento de contas bancárias do PCP", disse o líder da "concelhia" do Porto do partido, Belmiro Magalhães, em conferência de imprensa.

Belmiro Magalhães reconheceu que o PCP continua a colocar propaganda em locais proibidos e voltou a defender a revogação do regulamento municipal de 2006, por considerar que viola o princípio da liberdade de expressão consagrado na Constituição. O dirigente do PCP contestou também as recentes alterações ao regulamento aprovadas na última reunião do executivo camarário do Porto, dia 3, e que vão estar 30 dias em discussão pública, afirmando que "vão tornar completamente arbitrária a colocação de propaganda política" na cidade.

"O executivo vai ficar com um poder discricionário", frisou, referindo que a câmara vai poder "alterar a seu bel-prazer os locais onde os partidos e forças sociais podem ou não colocar a sua informação". Belmiro Magalhães criticou também a "cumplicidade muito grande" que, em seu entender, existe entre o PS e a coligação PSD/CDS-PP que lidera a autarquia, dado que os socialistas votaram a favor a proposta de alteração do regulamento.

Contactada pela Lusa, fonte da Câmara do Porto refutou as acusações do PCP, sublinhando que a proposta de alteração ainda está em discussão pública, pelo que o texto final poderá excluir o ponto contestado pelos comunistas. Esta fonte referiu que o mesmo poderá acontecer relativamente ao ponto da proposta que determina que a pré-campanha eleitoral começa, para efeitos de colocação de propaganda, no dia em que é marcada a data das eleições.

 publico


10
Mar 09
A administração do Centro Hospitalar do Nordeste (CHNE) não deve ser reconduzida nas suas funções.
É esta a posição da presidente da comissão política concelhia do PS de Mirandela.

 

Júlia Rodrigues considera que foi desastrosa a gestão das três unidades de saúde integradas no centro hospitalar e que este modelo devia ser repensado.
Júlia Rodrigues faz um balanço desastroso dos três anos de mandato da administração do CHNE.

 

A líder do PS de Mirandela acusa mesmo a equipa liderada por Henrique Capelas de uma estratégia centralista favorecendo o hospital de Bragança em detrimento das unidades de Mirandela e Macedo de Cavaleiros.
“A teoria o modelo do CHNE tinha algumas vantagens devido à complementaridade mas dela resulta um péssimo serviço às unidades de Macedo e Mirandela centrando toda a decisão em Bragança” afirma Júlia Rodrigues que entende também que esta situação “prejudica as populações e favorece o Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro”.

 

Relativamente a Mirandela, Júlia Rodrigues lamenta a perda de tantas valências e serviços, durante os 3 anos de mandato “e que não haja um esforço para a qualificação e prestação de cuidados no hospital de Mirandela, aumentando as valências e fazer dele um serviço público de qualidade” refere a responsável politica.

 

A presidente do PS de Mirandela entende que a administração, em gestão desde Dezembro, não deve ser reconduzida e até defende que seja alterado o modelo de gestão dos três hospitais. “Este não é certamente o melhor modelo e ele deve ser alterado e implementada a melhor resposta às necessidades das populações” afirma, acrescentado que “não me parece positivo manter-se a actual administração”.

 

A concelhia do PS de Mirandela a dar nota negativa à administração do CHNE, numa altura em que a equipa liderada por Henrique Capelas, está em gestão, depois de ter terminado a comissão de serviço, no final do ano.
A líder do PS de Mirandela critica a gestão da administração do CHNE, alegando que o centro hospitalar de Trás-os-Montes é que está a ganhar terreno nos cuidados de saúde às populações do distrito de Bragança.
 
in PS/Mirandela

08
Mar 09
Chefe de gabinete de Sócrates no partido sobe ao secretariado
Eleições PS: Vieira da Silva coordena ciclo eleitoral 
José Vieira da Silva, secretário nacional do PS e ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, vai, na qualidade de dirigente partidário, coordenar o processo eleitoral socialista nas europeias, nas legislativas e nas autárquicas.

Esta é uma das principais decisões tomadas ontem pela nova direcção socialista eleita pela comissão nacional na sequência do XVI Congresso realizado o fim-de-semana passado em Espinho.

A novidade na composição da nova direcção ao mais alto nível vai para a entrada de André Figueiredo no Secretariado, orgão que mantém a restante composição.

André Figueiredo, que é Chefe de Gabinete de José Sócrates, enquanto secretário-geral, e foi deputado municipal em Seia e vice-presidente da federação do PS de Guarda, assumirá a funções de secretário-nacional para a organização, substituindo nessa tarefa Marcos Perestrello, que pediu para ser substituido, alegando o facto de ser vereador na Câmara de Lisboa lhe ocupava muito tempo.

O novo secretariado é assim composto por Ana Paula Vitorino, Idália Moniz e Edite Estrela, apenas três mulheres em onze membros eleitos o que não cumpre a regra interna de uma quota minima de 33 por cento de membros de cada sexo. Quanto a homens integram o secretariado como membros eleitos: António Costa, Pedro Silva Pereira, Luís Amado, Vieira da Silva, José Lello, Carlos Lage, Marcos Perestrello e Augusto Santos Silva, Fernando Serrasqueiro, Miranda Calha, Ascenso Simões, Vitalino Canas (porta-voz do partido) e André Figueiredo.


Edmundo Pedro e Correia de Campos sobem


Já na comissão política entraram o ex-ministro da Saúde, Correia de Campos, Teresa Almeida, candidata do PS à Câmara de Setúbal, e Joaquim Dias Valente, presidente da Câmara da Guarda. Pela lista de Sócrates, a única a apresentar-se à eleição pela comissão nacional, foi também eleito Edmundo Pedro. Este histórico do PS foi um dos sete nomes propostos por Fonseca Ferreira, que, apesar de ter eleito em lista própria membros para a comissão nacional em Espinho, aceitou o convite de José Sócrates a integrar uma lista unica de unidade partidária para a eleição da Comissão política.

 in publico

in publico

in publico


 

in Mulheres Socialistas de Bragança


GP/PS admite que algumas medidas de política educativa do Governo "não correram muito bem"

O Grupo Parlamentar do PS admitiu hoje que algumas medidas da actual política educativa "não correram muito bem", apelando aos sindicatos para que respondam ao "esforço de revisão de decisões" do Governo com uma maior "maleabilidade".

"Verificou-se que em alguns aspectos não houve entendimento e o Governo fez algumas alterações, mas não é preciso fazer nenhum acto de inteligência superior para perceber que há, de facto, coisas que não correram bem", disse aos jornalistas o deputado Luiz Fagundes Duarte, da Comissão de Educação do partido, depois de uma reunião com representantes da plataforma sindical, na sequência do cordão humano concretizado hoje por docentes no centro de Lisboa.

Sem "deixar de parte os princípios programáticos" do PS, Luíz Duarte apontou o modelo de avaliação de professores como um exemplo, devido ao "mal-estar" e às manifestações que têm ocorrido em torno da questão, justificando as suas afirmações com os contactos estabelecidos com a comunidade escolar.

Apesar de admitir a alguma "crispação" e a necessidade de os responsáveis políticos serem "humildes" para reconhecer as lacunas, o representante defendeu que tem de haver "bom-senso" de ambas as partes, em defesa do interesse da escola pública e, em particular, dos alunos.

Aos sindicatos, Luiz Duarte pediu que sejam "um pouco mais versáteis", como resposta aos sinais, dados "desde sempre" pelo executivo central, de adaptação e revisão da política educativa.

"Se o Governo tem feito um esforço de revisão das suas decisões para ir ao encontro das exigências dos professores, esse gesto deve ser entendido como devendo ter contrapartida", defendeu.

O deputado socialista negou ainda qualquer relação entre os avanços e recuos do processo de negociação com os professores e a proximidade de eleições legislativas, alegando que se o PS tivesse objectivos eleitoralistas eles teriam sido tomados há três anos, já que o debate em questão envolve decisões com consequências a médio e longo prazo.

Também os grupos parlamentares dos restantes partidos estiveram hoje reunidos com delegações sindicais na Assembleia da República e todos fizeram um balanço positivo do encontro, apesar de já conhecerem os problemas em causa.

No final, o PSD mostrou-se preocupado com os efeitos da falta de respostas às "lutas" dos professores, que, segundo o partido, tem afectado sobretudo os alunos e o próprio funcionamento das aulas.

"Aquilo que nos preocupa em todo este contencioso é a qualidade. O que mais está abalado é a qualidade", disse o deputado Ribeiro Cristóvão, acrescentando que o processo de discussão "já vai longe demais".

De acordo com Ribeiro Cristóvão, a comissão educativa do grupo parlamentar social-democrata não obteve qualquer resposta ao pedido de esclarecimentos enviado há meses à ministra da Educação, sabendo apenas que Maria de Lurdes Rodrigues enviou a direcções-regionais de educação uma carta dizendo que "a lei era para cumprir".

Da parte do PCP, Bernardino Soares criticou o "desrespito pelas opiniões" dos professores e a "falta de abertura" da tutela e lamentou o "muro de criado pela política educativa do executivo de Sócrates.

Já a deputada bloquista Ana Drago classificou o processo de negociações entre o ministério e a classe docente como uma "palhaçada", uma vez que, à capacidade de resistência dos profissionais se têm oposto a "teimosia" de Maria de Lurdes Rodrigues.

Pedro Mota Soares, que falou em nome do CDS-PP, explicou que o partido é a favor da existência de uma avaliação de professores, desde que não inclua as "burocracias" e os "itens ridículos", como a consideração das notas dos alunos, actualmente aplicados.

Por isso, o deputado garantiu que, se o Governo prosseguir no mesmo caminho, que desautoriza os docentes, não pode contar com o partido.

Da bancada de Os Verdes, Heloísa Apolónia disse que o estatuto da carreira docente é "profundamente injusto" e que o modelo de avaliação proposto tem como objectivo fazer com que não se progrida na carreira, de modo a "poupar dinheiro ao Estado".

IN PÚBLICO

 

publicado por socialistas2009 às 12:07

Alegre discursaAlegre concorria contra o PS, se pudesse

Manuel Alegre afirma, em entrevista ao jornal «Expresso», que, se a lei permitisse a candidatura de movimentos independentes às eleições Legislativas, avançava já este ano. Na entrevista, o histórico socialista reconhece que esticou a corda «quase até ao limite» e revela as suas condições para se comprometer com o PS na próxima legislatura. «O essencial é o reconhecimento do espaço próprio que eu represento e saber se isso é compatível com uma relação com o PS», diz Alegre, garantindo que não vai abdicar da sua posição em matéria de Código Laboral, avaliação de professores, taxas moderadoras, etc. «Se isso for respeitado, podemos conversar».

Uma candidatura à Presidência da República «não está nos planos» do histórico socialista, «assim como não estava em 2006 e de repente aconteceu», diz Alegre, não pondo de parte que possa voltar a acontecer.

Criticando o Congresso de Espinho, a que não assistiu, afirma que Sócrates «está mais sozinho do que parece» e aconselha-o: «Devia falar mais comigo do que com alguns dos seus indefectíveis».

 

TVI24

publicado por socialistas2009 às 11:52

Lello acusa Alegre de «falta de carácter»

José Lello acusou Manuel Alegre de «falta de carácter» e considerou que o histórico socialista apenas discorda do PS para ganhar votos. Na resposta, a apoiante de Alegre, Maria do Rosário Gama, considerou as palavras de Lello como «inadmissíveis».

O socialista José Lello acusou Manuel Alegre de «falta de carácter» por o histórico do PS ter dito, em entrevista ao Expresso, que admitia candidatar-se como independente a deputado nas legislativas caso a Constituição da República o permitisse.

 

Em entrevista à RTP N, no sábado, Lello disse não compreender a tolerância por parte do PS e de José Sócrates em relação às críticas que o ex-candidato presidencial tem dirigido ao partido e considerou que a Alegre apenas discorda para ganhar votos.

«O Alegre mantém essa ambuiguidade porque quer manter a chama do milhão de votos que ele terá de guardar no freezer lá de casa. Acho que essa ambuiguidade tem limites, porque, em certa medida, essa posição constitui uma falta de solidariedade inadmissível em termos políticos», explicou.

 

Para José Lello, o PS tem tratado bem Manuel Alegre e por isso muitos não entendem como José Sócrates e o partido «paulatinamente aceitam todas estas quebras de solidariedade que no fundo raiam até a falta de carácter».

 

Na resposta, Maria do Rosário Gama, militante do PS/Coimbra e apoiante de Manuel Alegre, considerou que o ataque feito por José Lello foi «inadmissível», muito embora tenha admitido que é legítimo o «combate político e a diversidade de opiniões».

 

«Mas acho que têm de haver limites e esses limites foram ultrapassados. Aquilo que José Lello fez ao dizer que Manuel Alegre tem falta de carácter (deu a entender isso) é uma postura que considero que desacredita a própria classe política», explicou esta activista contra a avaliação de professores.

 

«Entendo que os homens de carácter são, de facto, a consciência da sociedade a que pertencem e Manuel Alegre tem tido uma fidelidade muito grande aos princípios e tem tido uma grande coerência política», adiantou a presidente do Conselho Executivo da Escola Secundária D. Maria.

 

Por esta razão, esta professora entende que Manuel Alegre «merece o respeito de José Lello quer de milhares de pessoas» e que as palavras de Lello que a indignaram foram de uma «gravidade extrema».

IN TSF

publicado por socialistas2009 às 11:49

01
Mar 09


Encerramento Congresso PS por Parlamento Global.«O tempo não está para aventura» , José Sócrates

 

 

 

 

 

«Não nos deixamos escovar da esquerda que é nossa» , António Vitorino

 

 

 

«Não tenhamos quaisquer dúvidas sobre aquilo que os outros querem. Quando falam da convergência da esquerda não é a convergência do conjunto das forças da esquerda, mas uma convergência que visa única e exclusivamente a divisão do PS, para enfraquecer o PS» , António Costa

 

 

«Nós somos a esperança de Portugal» , Alberto Martins

 

 

 

 

«Sou um socialista ‘freelancer’» , Vital Moreira

 

 

 

 

 

 

 

«Temos de combater e vencer democraticamente todos aqueles que querem substituir o debate das ideias e o confronto entre propostas por operações de perseguição política pessoal, de calúnia e difamação» , Augusto Santos Silva

 

 

 

«É uma liderança de quem não verga perante as dificuldades, de quem não verga nem vai vergar perante qualquer dificuldade» , Jaime Gama, sobre José Sócrates

 

 

«Avance depressa à velocidade com que José Sócrates visita Moscovo» , Almeida Santos, pedindo a um delegado que se aproxime do palco

«Eu ainda sou do tempo em que havia o culto da caligrafia. Hoje já não há»

 

«Nunca nenhum de nós viveu uma crise como esta» , Vieira da Silva

 

publicado por socialistas2009 às 16:55

Sócrates promete bolsas de estudo entre os 15 e os 18 anos e pré-escolar obrigatório 
A criação de bolsas de estudos para alunos que precisem e que tenham aproveitamento escolar acompanhará o alargamento do ensino obrigatório aos 12 anos de escolaridade na próxima legislatura, caso o PS ganhe as legislativas, prometeu hoje José Sócrates ao encerrar o XVI Congresso do PS, em Espinho.

A segunda novidade do discurso do líder socialista foi a promessa de que, assim que ficar terminada a rede de creches (que está perto da finalização, garantiu), o Governo por si liderado que sair das legislativas de 2009, irá proceder à “consagração da obrigação legal da frequência do pré-escolar”.

José Sócrates lançou o início da campanha eleitoral, tendo como pano de fundo do palco a palavra de ordem “Vencer 2009”, proferindo um discurso de apelo a que o eleitorado vote no PS nas europeias, nas autárquicas e nas legislativas. Mas mais do que pedir o voto, José Sócrates fez um veemente pedido de que os eleitores atribuam de novo a maioria absoluta ao PS.

E apresentando como alternativa à sua governação as forças políticas que governaram no passado e “falharam”, José Sócrates insistiu na ideia de que só com maioria absoluta há “estabilidade e governabilidade”, alertando: “O que o país não precisa é de somar a crise política à crise económica e social”.

Lembrada gafe de Ferreira Leite sobre a suspensão da democracia

Atacando directamente a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, embora sem a nomear, José Sócrates afirmou que era no Congresso que começava a “legitimidade democrática” do PS, e que “só não compreende isso quem tem uma visão pobre e redutora da democracia”. Lembrou de seguida que Portugal esteve representado hoje pelo ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos, na cimeira informal em Bruxelas.

E rematou lembrando a gafe de Manuela Ferreira Leite ao ironizar sobre a suspensão da democracia: “Bem sei que há quem tenha perguntado se não seria melhor a democracia ficar suspensa seis meses.” E concluiu que, para o PS, a democracia existe todos os dias” e “não tira férias nem tira folgas”.

Antes de José Sócrates discursar, António Almeida Santos, presidente do partido e do Congresso, anunciou os resultados das votações. Assim, a lista de José Sócrates à comissão nacional recolheu os votos da esmagadora maioria dos delegados ao congresso nacional do PS, com 1131 votos (89 por cento), deixando a larga distância a lista de António Fonseca Ferreira, que recolheu 139 votos (menos de 10 por cento).

A moção de José Sócrates “PS: A Força da Mudança” venceu por esmagadora maioria, com 1094 votos a favor, apenas um contra e 13 abstenções. A moção alternativa, “Mudar o PS. Para mudar Portugal”, de António Fonseca Ferreira, obteve 34 votos a favor, 950 contra e 124 abstenções.

publico

publicado por socialistas2009 às 16:29

Veja o Discurso de Encerramento de José Sócrates  AQUI

publicado por socialistas2009 às 13:07

Comissão Nacional do PS: João Cravinho sai, Santos Silva e Silva Pereira sobem na lista de Sócrates 
O ex-ministro João Cravinho é uma das ausências de peso na lista de José Sócrates à Comissão Nacional do PS, em que sobem o ministro Augusto Santos Silva, ex-apoiante de Manuel Alegre, António Costa, presidente da Câmara de Lisboa, e o líder parlamentar, Alberto Martins.

António José Seguro continua e o ex-porta-voz do PS Paulo Pedroso regressa à comissão nacional, em 145º lugar. Santos Silva, na prática, substitui Jorge Coelho, ex-ministro de António Guterres que deixou a vida partidária para se dedicar à gestão empresarial.

A ex-ministra Maria João Rodrigues também está na lista, que mais uma vez, é encabeçada por Jaime Gama e tem como número dois o ex-comissário António Vitorino, além da eurodeputada Edite Estrela (3.º) e Carlos César, presidente do Governo Regional dos Açores. (4º).

Neste congresso, António Fonseca Ferreira, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, que habitualmente apresenta uma moção, conseguiu apresentar uma lista ao principal órgão entre congressos, encabeçada por si e que inclui o ex-deputado Rui Namorado no segundo lugar.

A candidatura do líder à comissão nacional inclui 38 por cento de mulheres, mais do que é imposto pela lei da paridade (33 por cento).
publicado por socialistas2009 às 12:55

Apagão interrompe Congresso do PS 
28.02.2009 - 23h21 Margarida Gomes
Uma inesperada falha de energia eléctrica interrompeu os trabalhos do XVI Congresso do PS, quando faltavam cerca de cinco minutos para as 23 horas.

A organização do congresso informou, vinte e cinco minutos depois, que a avaria no abastecimento de energia é exterior à Nave polivalente onde decorre a reunião magna socialista e que a EDP já já a tentar reparar a avaria. A mesma fonte recusou que a avaria se deva a uma sobrecarga da rede eléctrica, mas não adinta qual a razão para o apagão.

Com a sala da Nave Polivalente de Espinho quase deserta, o presidente do partido, Almeida Santos, começou a chamar os delegados inscritos, mas poucos responderam à chamada.

Apenas quatro congressistas subiram à tribuna para usar da palavra. “Não percam a esperança, está a acabar o jogo do Porto-Sporting”, e depois a sala ficará um pouco mais povoada”, ironizava Almeida Santos. Mas houve logo quem lembrasse que o jogo já tinha acabado. E apesar disso, a sala do congresso continuava com enormes clareiras.

Pouco depois faltou a luz e o congresso continua interrompido. A noite de hoje estava reservada para as moções sectoriais. Ao todo 46.

Os trabalhos do XVI Congresso do PS recomeçam amanhã às 9h30
.
publicado por socialistas2009 às 00:08

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